É também importante analisar a arbitragem no mínimo fraca que Pedro Henriques e seus auxiliares protagonizaram. Os erros foram alguns e importantes, não por poderem mudar o destino da partida, mas por terem sido do mais exposto possível.
Talvez o maior erro da equipa de arbitragem tenha sido o penalty por assinalar a favor da Olhanese, quando Bruno Alves «entala» Rabiola no centro da área fazendo com que este não pudesse receber o esférico. Aos 38' Álvaro Peireira recebe um cartão amarelo por agressão não propositada (nota-se claramente que não o foi) num lance sem bola. Este foi um bom juízo por parte do fiscal de linha; contudo numa jogada com bola, já perto do final, um jogador da Olhanense [penso que Guga] agride com uma chapada Fucile, e nem um amarelo recebe, agressão essa merecedora de um vermelho. Infelizmente não foi a única agressão não sancionada, já que Rui Duarte, que fez uma violentíssima entrada sobre Guarín, merecedora de um cartão vermelho, também nada viu. O último erro a assinalar neste jogo foi a distribuição de amarelos a Guga e a Guarín aos 68'. Guga nem envolvido no lance esteve, e Guarín nesse lance limitou-se a sofrer falta, tornando esta decisão muito incoerente.
Apesar desta arbitragem muito fraca penso que, também devido à prestação superior do FC Porto, não teriam existido grandes alterações no resultado final da partida.


Sem comentários:
Enviar um comentário